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Humberto critica discriminação do MA pelo SUS; prefeitos reivindicam mais verba

humbertoO presidente da Assembleia, deputado Humberto Coutinho (PDT), defendeu, nesta terça-feira (2), em pronunciamento na Sessão Solene que marcou a abertura dos trabalhos do Poder Legislativo Estadual da 1ª Sessão Legislativa de 2016, uma ação articulada da classe política maranhense contra a discriminação que sofre o Estado do Maranhão na distribuição dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).
“O Maranhão recebe o valor de R$ 140,00 por habitante, quando a média nacional é de R$ 190,00. Não podemos aceitar esse tratamento dado ao Estado do Maranhão”, revelou.
Segundo Humberto Coutinho, a correção dessa injustiça vai possibilitar que o governador Flávio Dino (PC do B) aumente os investimentos do Governo do Estado na área da Saúde como, por exemplo, a construção de mais hospitais macrorregionais, como os de Chapadinha e Balsas que dependem de recursos.
“Já tratamos com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, sobre essa questão e pedimos o apoio do governador Flávio Dino e de toda a classe política maranhense para corrigir essa distorção”, ressaltou.

Reivindicação

prefeitos 1Em Brasília, prefeitos de cidades do Maranhão pleitearam nesta hoje (2), durante reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, o aumento do teto de repasses para execução de serviços de média e alta complexidade.

A caravana maranhense foi coordenada pelo deputado federal Hildo Rocha (PMDB) e pelo prefeito de São José de Ribamar e presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Gil Cutrim.
Os gestores fizeram relatos das dificuldades financeiras enfrentadas pelos municípios para manter unidades de saúde e, principalmente, arcar com demais despesas, como compra de equipamentos.
“Terceira maior cidade do Maranhão em número de habitantes, São José de Ribamar, hoje, praticamente banca, com recursos do tesouro, os serviços no setor de média complexidade. O teto estabelecido pelo Ministério da Saúde, de menos de R$ 405 mil, é insuficiente para suprir a necessidade de uma população estimada em quase 300 mil habitantes e, cujas unidades de saúde, ainda atendem pacientes de municípios vizinhos. Infelizmente, essa é a triste realidade vivida pela maioria das Prefeituras de nosso estado”, afirmou Gil Cutrim, que defendeu, durante a reunião, que os valores sejam reajustados de maneira per capita.
Os prefeitos também cobraram do ministro ações concretas que, pelo menos, amenizem o sufoco financeiro imposto as Prefeituras pelo subfinanciamento dos programas federais no setor da saúde; e trataram de situações isoladas de cada cidade.
Sebastião Madeira, por exemplo, relatou o caso de uma UPA em Imperatriz que, de acordo com ele, foi construída há cinco anos e ainda não entrou em funcionamento devido a falta de equipamentos.
Marcelo Castro garantiu análise urgente dos pleitos apresentados pelos gestores maranhenses. De acordo com o ministro, o país vive um novo momento de estabilidade política e administrativa, o que refletirá em novos benefícios para os municípios.
Gilberto Leda

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