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'Acordão' na CPI dos Correios salvou Lula de impeachment, diz Delcídio


Delcídio Amaral e a papelada da CPI dos Correios, em imagem de julho de 2005
Delcídio Amaral e a papelada da CPI dos Correios, em imagem de julho de 2005(Celso Junior/Agência Estado/VEJA)
O senador Delcídio do Amaral (SP) revelou em sua delação premiada na Operação Lava Jato a existência de um acordo entre a oposição e a base governista para conseguir aprovar o relatório final da CPMI dos Correios, da qual foi presidente. A exigência era que fossem retirados do texto final os nomes do ex-presidente Lula e de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Do contrário, segundo Delcídio, "o trabalho de onze meses seria perdido", porque o relatório não iria à votação. "Delcídio tem conhecimento das tratativas ilícitas para a retirada do relatório, na madrugada de 05/04/2006, dos nomes do então presidente Lula e de seu filho Fábio Luís Lula da Silva em um 'acordão' com a oposição", diz trecho de sua colaboração premiada, homologada nesta terça-feira. O parlamentar disse que texto foi aprovado em "votação polêmica e duvidosa". Na avaliação de Delcídio, "Lula se salvou de um impeachment" com a exclusão dos nomes. (Felipe Frazão, de Brasília)
Fonte: Veja Abril

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