sábado, 27 de abril de 2019

Idosa de 68 anos é espancada durante assalto; vítima teve fratura na perna


(Foto: Reprodução / TV Bahia)
Uma idosa de 68 anos foi espancada e teve o carro levado durante um assalto na porta de um banco, no bairro de Stella Maris, em Salvador, na terça-feira (23). A vítima teve fratura exposta em uma das pernas e outras lesões pelo corpo.
A vítima ficou internada por dois dias e, agora, se recupera do susto em casa. O caso ocorreu logo depois da idosa chegar na agência, por volta das 16h, e tentava estacionar o carro, quando foi agredida por um homem armado.
“Quando eu estacionei, eu desci do carro e quando eu levantei já estava uma pessoa ao meu lado, praticamente me empurrando. Devo ter caído no chão. Tentei, consegui levantar de novo, tentei abrir a porta de trás do carro e quando eu vi, eu olhei para trás, não sei se ele me deu um murro, ou se ele deu uma partida e eu caí, ele me deixou caída no chão, ou o que ele fez, porque eu fiquei completamente machucada do lado direito”, contou a idosa.
[Idosa de 68 anos é espancada durante assalto; vítima teve fratura na perna]
A idosa ainda sente dores pelo corpo por causa das agressões. “Eu não posso pisar, não posso levantar o braço, eu não consigo mastigar do lado direito porque realmente há uma grande limitação. Realmente [o assalto] é uma coisa extremamente agressiva", disse.
A idosa é natural da cidade de Porto Alegre, mas mora em Salvador há 30 anos. Segundo ela, a violência cresceu muito desde quando chegou aqui.
“Não existe segurança aqui. É uma região linda, é uma das áreas mais bonitas de Salvador, mas é totalmente desprotegida. É um trauma muito grande, quando, de repente, a gente, numa situação totalmente desprovida de qualquer segurança, é totalmente agredida", afirmou.
Além dela, vários moradores da região entre Stella Maris e Praia do Flamengo reclamam da violência. Uma delas afirmou que já teve a bolsa roubada.
“Eu fui assaltada, levaram minha bolsa. A pessoa saiu da duna, onde não tem nenhum policiamento, não tem guarda municipal, não tem PM. É delicado e covarde, não tem para onde correr. A pessoa sai da duna e ficamos à mercê. O mato estava alto, eles estava escondido e saiu”, afirmou a moradora.
Em nota, a Polícia Militar informou que guarnições são posicionadas de forma estratégica e atuam com o objetivo de realizar abordagens preventivas em locais pré-definidos com base no itinerante e na mancha criminal.

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