segunda-feira, 18 de março de 2019

Crueldade! Criança tem rosto queimado pela mãe com colher quente por não conseguir fazer tarefa escolar

Crueldade! Criança tem rosto queimado pela mãe com colher quente por não conseguir fazer tarefa escolar

Menina de 8 anos foi retirada de casa, em Olinda, pelo Conselho Tutelar nesta segunda-feira (18). A mãe da garota disse à polícia que o ocorrido foi um acidente.

Criança foi queimada no rosto em Olinda — Foto: Conselho Tutelar de Olinda/Divulgação
Criança foi queimada no rosto em Olinda — Foto: Conselho Tutelar de Olinda/Divulgação

Uma mulher de 25 anos é investigada pela Polícia Civil por queimar a filha, de 8 anos, em Olinda. A criança sofreu lesões na boca e no peito. Nesta segunda-feira (18), a criança foi retirada de casa, no bairro de Águas Compridas, segundo o Conselho Tutelar.
De acordo com o delegado Vinícius Oliveira, o caso ocorreu na quarta-feira (13) e a queixa foi registrada na Delegacia de Peixinhos nesta segunda-feira (18). A mãe da criança, segundo ele, afirma que as queimaduras ocorreram por causa de um acidente e nega ter ferido a filha por vontade própria."Hoje, todos compareceram à delegacia, inclusive a mãe. Ela diz que foi um acidente, mas estamos investigando o caso", afirma.
Menina foi queimada pela mãe por não conseguir fazer tarefa escolar em Olinda, segundo denúncias — Foto: Conselho Tutelar de Olinda/Divulgação
Menina foi queimada pela mãe por não conseguir fazer tarefa escolar em Olinda, segundo denúncias — Foto: Conselho Tutelar de Olinda/Divulgação

De acordo com o conselheiro Eurico Guedes, o caso chegou ao Conselho Tutelar de Olinda por meio de denúncias.
"Eu recebi a denúncia e fui até o local verificar. A criança afirma que foi queimada porque estava com dificuldades para fazer uma tarefa da escola. Foi aí que a mãe usou uma colher quente para queimá-la. A garota diz que foi a primeira vez que isso aconteceu", diz o conselheiro.
Nesta segunda-feira (18), a criança foi levada ao Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife, onde passa por exame de corpo de delito.

Fonte: G1

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Cesariana de menina de 11 anos estuprada revive debate sobre aborto na Argentina

'Eu quero que você tire o que o velho colocou em mim', tinha dito a vítima sobre sua vontade de passar por uma interrupção da gravidez



BUENOS AIRES — A cesariana forçada, nesta quarta-feira, em uma menina de 11 anos, que tinha sido estuprada pelo companheiro de sua avó, na província de Tucumán, no Norte da Argentina, reacendeu o debate sobre o aborto no país. A família dela e organizações sociais avaliam a decisão dos médicos como "tortura".
Os profissionais se recusaram a fazer a interrupção da gravidez, permitida por lei neste caso, alegando que era tarde demais. No entanto, a autorização para a interrupção da gravidez saiu mais de um mês após a constatação que a menina estava grávida.
"Eu quero que você tire o que o velho colocou em mim", tinha dito a menina, de acordo com o registro do caso após o relatório de abuso.
Na Argentina, de acordo com a lei que rege desde 1921, o aborto é permitido em dois casos: quando em perigo a vida da mulher e quando a gravidez é resultado de estupro, sem exigir semanas de gestação.
Embora a gravidez tenha sido detectada no dia 21 de janeiro, quando a menina foi para o centro médico com dores de estômago, a autorização foi adiada em pouco mais de um mês, quando a vítima de estupro estava na 23ª semana de gestação.
"O direito à saúde não foi respeitado. Obstáculos e barreiras foram colocados. A prática legal foi atrasada e permitiu a progredir no processo de gestação e terminou como terminou", disse o advogado Soledad Deza, do grupo Católicas pelo Direito de Decidir.
A também advogada Cecilia de Bono ressaltou que a menina e sua mãe pediram a interrupção da gravidez.
"A vontade da menina tinha que ser levada em conta", disse.
No entanto, segundo os médicos, era tarde demais para interromper a gravidez.
"A verdade é que não se podia esperar por um parto normal", disse a ginecologista Cecilia Ousset, que esteve presente durante o procedimento. "Seu corpo não estava pronto para uma gravidez de 23 semanas, e mesmo que estivesse, não estava em condições psicológicas devido aos vários abusos que sofreu".
A menina passou por uma "micro-cesariana" e o bebê de cinco meses foi levado para a área de neonatologia.
As chances de sobrevivência do bebê prematuro são "extremamente difíceis", segundo o médico Carlos Schwartz.

Caso gerou revolta

O episódio gerou a denúncia de várias organizações sociais, entre elas o movimento feminista "Ni Una Menos". Nas redes sociais, internautas divulgam fotos suas de quando tinham 11 anos, como forma de protestar contra a decisão dos médicos de fazer uma cesariana na menina. Em geral, as mulheres têm usado a hashtag #NiñasNoMadres (meninas, não mães).
"O Estado é responsável por torturar Lucia", disse a organização, que pediu uma mobilização em Tucuman, em relação ao atraso no processo de aprovação, que neste caso é apoiada pela lei.
Enquanto isso, ONGs de direitos humanos ANDHES observou que "a prática (cesariana) não foi solicitada. Siprosa (sistema de saúde local) é responsável", acrescentou.
O governo provincial justificou a medida, pedindo para continuar com "os procedimentos necessários para salvar as duas vidas".
No ano passado, a legalização total proposta do aborto até a 14ª semana de gestação foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas sofreu um revés no Senado, que rejeitou a proposta por 38 votos a 31.
Na Argentina, berço do Papa Francisco e com forte influência da Igreja Católica, a questão dividiu a opinião popular.
No mês passado, um caso semelhante ocorreu na província de Jujuy, onde uma menina de 12 anos, que estava grávida de 24 semanas, também por estupro, passou por cesariana, embora tivesse solicitado o aborto. O procedimento foi adiado e o bebê morreu dias depois do nascimento.
Fonte: O Globo

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Adolescente de 15 anos é morta após negar relação sexual com jovem que conheceu na web

Adolescente de 15 anos é morta após negar relação sexual com jovem que conheceu na web
Um jovem de 19 anos foi preso depois de confessar que matou uma adolescente de 15 anos estrangulada, após a vítima se recusar a ter relações sexuais com ele, na cidade de Vereda, no extremo sul da Bahia. Segundo a família da vítima, a garota e o suspeito se conheceram pela internet.
De acordo com a delegada Valéria Chaves, chefe da Coordenadoria Regional do Interior (Coorpin) de Teixeira de Freitas, que atua na região de Vereda, as buscas por Vivia começaram no domingo, quando o irmão dela informou à polícia sobre o desaparecimento da adolescente.
Parentes e amigos chegaram a fazer campanhas nas redes sociais para tentar alguma informação sobre a localização da menina.
Após o registro do desaparecimento, as Polícias Militar (PM) e Civil fizeram rondas pela cidade, na segunda-feira (4), e encontraram Daniel Max Santos de Jesus, apontado como a última pessoa a estar com a vítima. Segundo a PM, ele conversou com a garota por meio das redes sociais.
Ainda de acordo com a PM, Daniel tentou fugir, mas foi preso e encaminhado para a delegacia da cidade, onde confessou que matou e enterrou o corpo da adolescente na zona rural do município. Ele contou à polícia que teve um ataque de fúria após a jovem ter se recusado a ter relações sexuais com ele.
A polícia foi até o distrito da Prata, apontado pelo jovem como o local onde o corpo da vítima estava enterrado. Lá, os agentes encontraram Vivia, que estava com uma blusa amarrada no pescoço.
O corpo da jovem foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Teixeira de Freitas, na mesma região. Não há informações sobre o enterro da vítima. Daniel foi encaminhado para a carceragem da 8ª Delegacia de Teixeira de Freitas.//G1

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Sargento da PM é preso suspeito de matar amante grávida e jogar corpo em matagal

Sargento da PM é preso suspeito de matar amante grávida e jogar corpo em matagal
A Polícia Civil prendeu e apresentou na manhã desta quarta-feira (23) o sargento da Polícia Militar, José Eronilson Brandão da Silva, como o principal suspeito de matar a funcionária da Panificadora Bessa, Guiomar Santos, por estrangulamento e jogar o corpo da vítima em uma zona de matagal no bairro Floresta Sul, em Rio Branco, no dia 2 de dezembro.
De acordo com informações do delegado, sargento Brandão teria matado a suposta amante após receber a notícias que Guiomar estava grávida dele.
“Depois de uma robusta investigação chegamos através de meios tecnológicos e periciais, provas objetivas, conseguimos chegar a um inquérito bem robusto trazendo pros autos a identificação desse autor do assassinato da Guiomard”, explica o delegado.
Ainda segundo Hessel, a motivação para o crime seria a gravidez da funcionária da Panificadora Bessa que mantinha uma caso extraconjugal com o suspeito.
“A motivação foi a gravidez, pois ele mantinha uma relação extraconjugal com a vítima e ao tomar conhecimento da gravidez decidiu e planejou cometer esse homicídio”, diz.
O delegado explica, ainda, que o suspeito tentou despistar os investigadores colocando no local uma fralda com as iniciais da facção criminosa Comando Vermelho.
” A vítima foi encontrada como uma fralda escrita CV. O suspeito tentou levar as investigações para o crime cometido por uma dessas facções criminosas. Porém, como a polícia conhece o modus operandis dessas organizações criminosas essa situação foi descartada de início”, diz o delegado.
Fonte: Folha do Acre

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Cuidado! Mãe alerta para riscos de beijos em bebês após seu filho pegar herpes com 17 dias

Cuidado! Mãe alerta para riscos de beijos em bebês após seu filho pegar herpes com 17 dias
Após quatro meses, menino se recuperou
Quando a baiana Rafaela Moreira, de 33 anos, soube que uma menina americana morreu aos 12 dias de vida após ter sido beijada e contraído o vírus da afta, decidiu que também deveria alertar os pais sobre os riscos desse tipo de contato com recém-nascidos, diante do que seu próprio filho sofrera há quatro meses, em decorrência de uma herpes.
— Atualmente ele está bem, mas resolvi tornar isso público após ler um relato de uma mãe nos Estados Unidos num caso muito semelhante ao do Gustavo em que ela conta que a filha morreu. Ninguém fala sobre isso. Muita gente não reconhece esse tipo de doença — disse.
Gustavo ficou doente após ser beijado por uma visita
Gustavo ficou doente após ser beijado por uma visita Foto: Facebook/Reprodução
Rafaela, moradora de São Paulo, publicou no Facebook, na última sexta-feira, uma foto do filho Gustavo com várias erupções no rosto e deixou o alerta: "Parem de querer beijar bebê que não é seu". Desde então, o post angariou cerca de 182 mil compartilhamentos.
"Atenção para esse relato. É muito importante pois meu filho Gustavo foi infectado com apenas 17 dias de vida...ficando internado", afirmou na rede social, acrescentando que sua preocupação não se trata de uma "frescura".
De acordo com a manicure, a criança contraiu herpes de uma pessoa que visitou a família e a beijou. Ela contou ao EXTRA ter procurado atendimento assim que as feridas apareceram e que seu filho passou por um tratamento durante 10 dias numa área de isolamento num hospital.
Rosto do bebê Gustavo ao longo do tratamento
Rosto do bebê Gustavo ao longo do tratamento Foto: Arquivo pessoal
Mesmo que quatro meses tenham se passado, a mãe do Gustavo frisou que continua passando na pele dele produtos dermatológicos, seguindo recomendações médicas, pois, segundo ela, a doença pode voltar até os seis meses de vida, enquanto o bebê está num quadro de vulnerabilidade.
— Um dia antes ele chorava muito, estava sem marcas. Achávamos que eram cólicas, mas no outro dia pela manhã, levei um susto. O rosto dele estava todo infeccionado, aí eu o levei de imediato ao hospital, onde a médica contou que a herpes foi contraída pelo beijo. Ela recomendou que nessa fase a gente tem que evitar visitas — afirmou
Fonte: Extra

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Tragédia: Após término de relação, enfermeiro mata a namorada e depois tira a própria vida

Tragédia: Após término de relação, enfermeiro mata a namorada e depois tira a própria vida
Uma jovem de 24 anos foi morta pelo namorado ao se recusar a reatar o relacionamento. O crime ocorreu em Sete Lagoas (MG) nessa segunda-feira (17). De acordo com a polícia, o homem se matou em seguida.
O enfermeiro Juliano Valadares Correia, 37 anos, e Marina Máximo Galdino Costa, 24, namoraram por dez anos. Testemunhas relataram à polícia que, no dia do crime, o homem chegou à casa de Marina para tentar convencê-la a reatar o relacionamento. Pouco depois, o pai da jovem, que estava no escritório de advocacia da família, na parte da frente da casa, ouviu os disparos.
O pai foi ao cômodo onde o casal estava e encontrou a filha sem vida. Ainda conforme o relato passado à polícia, o homem tentou desarmar o assassino, mas, nesse momento, Juliano tirou a própria vida.
O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados, mas, quando os bombeiros chegaram, os dois já haviam morrido.
Jornal de Brasília
Via Itambé Agora